O descarte adequado de resíduos sólidos tem impacto direto nas emissões de gases de efeito estufa (GEE). A compensação de carbono é uma estratégia fundamental para mitigar esses impactos, especialmente no contexto do descarte de materiais que envolvem processos industriais e químicos. Este artigo aborda como calcular e comprovar a compensação de carbono durante o descarte, alinhando-se às normas e legislações vigentes no Brasil.
O Brasil dispõe de normativas específicas que regulam o manejo e descarte de resíduos, destacando-se a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010, disponível em planalto.gov.br), que estabelece diretrizes para o gerenciamento de resíduos e a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.
Além da legislação ambiental, regulamentações específicas relativas à compensação de emissões recomendam a quantificação das emissões geradas no ciclo até o descarte e a implementação de medidas compensatórias.
Para calcular a compensação de carbono proveniente do descarte, é necessário quantificar as emissões de GEE associadas ao processo. A metodologia inclui as seguintes etapas:
A comprovação deve ser realizada mediante documentação que evidencie o cálculo realizado, a aquisição e utilização dos créditos de carbono. Recomenda-se a emissão de relatórios ambientais detalhados, fundamentados nas metodologias técnicas reconhecidas, conforme as orientações do Manual de Referência para Emissão e Comercialização de Créditos de Carbono disponível em ecobraz.org.
A transparência é um requisito essencial e, para fins legais e comerciais, os relatórios devem ser auditados e apresentados conforme as diretrizes do Programa Brasileiro GHG Protocol.
Adotar práticas de descarte sustentável minimiza impactos ambientais e facilita a compensação. O descarte sustentável relaciona-se diretamente com a coleta responsável e a sanitização segura de mídias que contêm informações sensíveis:
Essas ações auxiliam no controle das emissões geradas, possibilitando maior acuracidade na compensação de carbono.
A compensação de carbono associada ao descarte é um processo complexo que envolve quantificação rigorosa das emissões, aplicação de metodologias oficiais e comprovação documental detalhada. Cumprir essas etapas garante conformidade legal e contribui para o desenvolvimento sustentável, alinhando-se às políticas ambientais brasileiras.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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