A economia circular aplicada ao setor eletrônico promove a reutilização e prolongamento da vida útil de componentes, reduzindo o impacto ambiental e atendendo às exigências legais vigentes. Conforme estabelecido na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010, artigos 3º e 33º), o reaproveitamento e a reutilização de componentes eletrônicos são fundamentais para a mitigação do passivo ambiental.
A prática da reutilização possibilita a redução do consumo de matéria-prima virgem e diminui a geração de resíduos periculosos. Além disso, auxilia no atendimento da Lei nº 12.305/2010 ao promover a aplicação de conceitos de logística reversa e responsabilidade compartilhada entre os atores envolvidos.
O recondicionamento de equipamentos eletrônicos envolve etapas rigorosas de desmontagem, categorização e testes funcionais, garantindo a qualidade dos componentes reaproveitados. Procedimentos de sanitização, especialmente para dispositivos de armazenamento, são essenciais para a proteção de dados, conforme orientações técnicas disponíveis para descarte seguro de mídias e HDs.
Uma coleta eficiente de equipamentos eletrônicos usados é imprescindível para viabilizar a economia circular. A logística reversa organizada contribui para o correto encaminhamento destes componentes, evitando a disposição inadequada em aterros e ambientes. Para agendamento de coleta especializada, deve-se utilizar plataformas designadas, como coleta de lixo eletrônico.
O setor deve estar alinhado com as normativas ambientais brasileiras, como a Resolução CONAMA nº 401/2008, que estabelece procedimentos para o gerenciamento de resíduos de equipamentos elétricos e eletrônicos (REEE). O cumprimento dessas normas garante segurança jurídica e previne multas ambientais.
Além da redução do impacto ambiental, a reutilização de componentes eletrônicos minimiza custos relacionados à aquisição de novas peças e ao tratamento de resíduos, promovendo ganhos em sustentabilidade e inovação no setor de tecnologia.
A adoção da economia circular, por meio da reutilização e reaproveitamento de componentes eletrônicos, é uma estratégia eficaz para a sustentabilidade ambiental alinhada às exigências legais brasileiras. A utilização de práticas regulamentadas e certificadas é essencial para o sucesso dessa iniciativa.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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