O descarte seguro de equipamentos eletromédicos e de tecnologia da informação (TI) é fundamental para hospitais e clínicas devido à sensibilidade dos dados e aos riscos ambientais associados a esses resíduos. O cumprimento das normas vigentes assegura a conformidade legal e a proteção do meio ambiente, além de garantir a segurança da informação hospitalar.
O descarte de equipamentos eletromédicos e de TI deve seguir as diretrizes estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010, disponível em planalto.gov.br) e as normas específicas do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR - sinir.gov.br). Quanto aos dados, destaca-se a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018) para o tratamento seguro de informações sensíveis.
Equipamentos eletromédicos devem ser avaliados para reutilização, reparo ou descarte. Componentes e materiais perigosos, como baterias internas e componentes eletrônicos, requerem segregação e destinação adequadas. O encaminhamento deve ser feito conforme normas ambientais estaduais, considerando também os resíduos químicos e biológicos associados.
Dispositivos de TI, como computadores, servidores, e periféricos, devem passar por desativação controlada, assegurando a remoção completa e segura de dados. Recomenda-se a utilização de métodos certificados de sanitização digital, conforme diretrizes do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos EUA - NIST (documento SP 800-88 Rev. 1).
Após a sanitização, os equipamentos devem ser encaminhados para processos de descarte ambientalmente responsáveis. Para agendamento de coleta responsável, utilize o serviço adequado em coleta de lixo eletrônico.
Devido à sensibilidade dos dados armazenados, é imprescindível a adoção de métodos seguros de sanitização para HDs e mídias. Estes incluem técnicas como destruição física e a sobrescrição múltipla, conforme recomendações da NIST (descarte seguro de HD). O procedimento deve assegurar que a informação não possa ser recuperada por qualquer meio.
Todos os processos de descarte devem ser devidamente documentados, abrangendo identificação dos equipamentos, métodos utilizados para sanitização e descarte, além de comprovantes de destinação final adequada. Essa documentação é essencial para auditorias internas, conformidade legal e controle ambiental.
Hospitais e clínicas devem implementar protocolos rigorosos para o descarte seguro de equipamentos eletromédicos e de TI, respeitando a legislação ambiental e de proteção de dados. A utilização de processos certificados e a contratação de serviços especializados para a coleta e descarte promovem a segurança, proteção ambiental e conformidade normativa.
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