A gestão eficiente do ciclo de vida dos ativos de TI corporativos é fundamental para garantir conformidade legal, segurança da informação e sustentabilidade ambiental. A auditoria de fim-de-vida desses ativos visa documentar, avaliar e assegurar que a desativação, descarte ou reutilização ocorra conforme normas vigentes, evitando riscos operacionais e legais.
O processo deve iniciar com o levantamento detalhado dos ativos a serem auditados, incluindo identificação, estado de conservação, documentação associada e localização física. É essencial definir critérios objetivos, baseados em padrões nacionais e internacionais, para avaliação da necessidade de descarte ou reutilização. A auditoria deve considerar a legislação vigente, como a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), que regulamenta a responsabilidade compartilhada no gerenciamento dos resíduos eletrônicos.
A execução deve contemplar a inspeção física de equipamentos, conferência documental e análise dos riscos associados ao descarte, principalmente quanto à segurança de dados. Procedimentos específicos para descarte seguro de mídias contendo informações sensíveis devem ser aplicados, conforme orientações do sanitização segura de HD. A coleta correta de dispositivos obsoletos deve observar protocolos ambientais rigorosos, com possibilidade de agendamento em centros de coleta especializados, como indicado em coleta de eletrônicos.
É imprescindível registrar todo o processo em relatórios detalhados, facilitando auditorias futuras e comprovação de conformidade junto a órgãos reguladores. As práticas adotadas devem estar alinhadas com normas técnicas como as do NIST (National Institute of Standards and Technology), que apresentam diretrizes para segurança da informação durante o descarte e reutilização.
A observância à legislação brasileira específicas, como o Decreto nº 10.936/2022, que aprova o Regulamento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, é mandatória. Além disso, recomenda-se o envolvimento de entidades certificadas para garantir que o descarte e a sanitização obedeçam aos requisitos jurídicos e técnicos, minimizando impactos ambientais e riscos de vazamento de dados.
Uma auditoria de fim-de-vida de ativos de TI eficaz é integrada, técnica e normativa, assegurando segurança da informação, conformidade legal e responsabilidade ambiental. A adoção de metodologias estruturadas e o suporte de parceiros especializados na coleta e descarte contribuem para a sustentabilidade e governança corporativa.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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