Organizações que lidam com tecnologia da informação enfrentam riscos significativos ao não possuir um plano corporativo de contingência para falhas no descarte de TI. A falta de protocolos eficientes pode gerar impactos ambientais, legais e comprometimento da segurança da informação, conforme orientações da Câmara dos Deputados e normas do NIST.
Prevenir falhas no descarte de equipamentos eletrônicos demanda a implementação de políticas internas alinhadas às regulamentações brasileiras, como a Lei nº 14.126/2021 sobre manejo ambientalmente adequado dos resíduos eletrônicos. É imprescindível estabelecer protocolos claros de segregação, armazenamento e envio para coleta especializada.
Para o manejo responsável, recomenda-se utilizar serviços de coleta de lixo eletrônico autorizados, conforme descrito no portal coleta de lixo eletrônico, garantindo rastreabilidade e conformidade com a legislação ambiental vigente.
Quando ocorrerem falhas, a resposta deve ser rápida e eficaz para mitigar riscos. Deve-se realizar a identificação precisa do problema, isolamento das mídias afetadas e adoção de procedimentos seguros para evitar exposição indevida de dados sensíveis, em conformidade com as diretrizes do NIST SP 800-88 Rev.1 para sanitização de mídias.
É fundamental realizar a sanitização segura de discos rígidos e outras mídias armazenadoras, utilizando processos certificados que garantem a destruição completa dos dados, disponível em serviços especializados de descarte seguro de HD.
Auditorias regulares são essenciais para assegurar a eficácia do plano de contingência. Deve-se documentar todas as operações de descarte, armazenamento e transporte dos resíduos eletrônicos, conforme recomendações do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR).
Relatórios de auditoria auxiliam na identificação de falhas e possibilitam correções rápidas, mantendo a conformidade legal e a integridade dos dados durante todas as etapas do ciclo de vida dos ativos de TI.
Implementar um plano corporativo de contingência eficiente exige alinhamento com normas ambientais, legislações específicas e padrões internacionais de segurança. A prevenção, pronta resposta e auditoria contínua formam a espinha dorsal para minimizar impactos decorrentes de falhas no descarte de TI, protegendo o meio ambiente e a segurança da informação corporativa.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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