O fim de vida dos equipamentos representa um risco crítico que deve ser gerenciado estrategicamente por lideranças C-Level. A adequada abordagem dessa fase evita impactos legais, operacionais, ambientais e de segurança da informação, assegurando conformidade e continuidade dos negócios.
De acordo com a Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, os equipamentos eletrônicos em seu fim de vida devem ser descartados ou reciclados de maneira ambientalmente adequada. O descumprimento pode gerar multas e sanções administrativas conforme previsto no artigo 54 da citada lei (planalto.gov.br).
Além disso, a Resolução nº 401/2008 da CETESB estabelece critérios para o manejo de resíduos eletroeletrônicos, reforçando a importância do controle e da rastreabilidade desses materiais (cetesb.sp.gov.br).
Equipamentos em fim de vida com dados armazenados, como HDs ou mídias sensíveis, representam ameaça significativa à segurança da informação. O NIST SP 800-88 Rev.1 oferece diretrizes rigorosas para sanitização de dados e destruição segura, mitigando riscos de vazamentos e ataques cibernéticos (csrc.nist.gov).
Para garantir a destruição segura, recomenda-se a utilização de serviços qualificados de sanitização de HD e mídias eletrônicas, assegurando conformidade com normas internacionais e nacionais.
O descarte inadequado de equipamentos pode causar contaminação ambiental, impactando recursos naturais e gerando passivos socioambientais. O gerenciamento correto, conforme preconizado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, contribui para a sustentabilidade corporativa e a preservação da reputação institucional (coleta de lixo eletrônico).
Tratar equipamentos obsoletos como risco crítico também permite planejamento estratégico para atualização tecnológica, evitando interrupções e gargalos operacionais. O custo relacionado ao suporte e manutenção de equipamentos no fim de vida tende a ser elevado e pode comprometer a eficiência dos processos.
Executivos C-Level devem integrar o gerenciamento do fim de vida dos equipamentos como parte da governança corporativa, considerando os riscos legais, ambientais e de segurança da informação. A adoção de práticas recomendadas e o uso de serviços especializados garantem conformidade regulatória, mitigação de riscos e proteção dos ativos intangíveis.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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