A 30ª Conferência das Partes (COP30) reafirmou a importância do desenvolvimento sustentável, destacando a reciclagem de equipamentos de Tecnologia da Informação (TI) como eixo estratégico para mitigar impactos ambientais e reduzir a pegada de carbono mundial.
O Brasil possui normativa robusta para o manejo de resíduos eletroeletrônicos, como disposto na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), a qual determina a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, incluindo a coleta, o tratamento e a destinação adequada dos resíduos.
Além disso, o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR), regulamentado pela Portaria MMA nº 367/2021, regulamenta dados e indicadores sobre a gestão desses resíduos de forma integrada (sinir.gov.br).
Os equipamentos de TI, como computadores, notebooks, servidores e dispositivos de armazenamento, possuem componentes com materiais tóxicos e metais preciosos. A reciclagem adequada evita contaminação ambiental e promove a recuperação de matérias-primas, contribuindo para a economia circular.
O descarte seguro de mídias e dispositivos de armazenamento faz parte do processo fundamental para a proteção de dados sensíveis. Procedimentos baseados em padrões técnicos garantem a sanitização completa, evitando vazamentos de informações (sanitização de HD para descarte seguro).
Para garantir conformidade ambiental e legislação vigente, a coleta especializada dos equipamentos obsoletos deve ser realizada por sistemas homologados que assegurem a rastreabilidade completa do fluxo desses resíduos. O agendamento para retirada do lixo eletrônico deve priorizar procedimentos sustentáveis e homologados (agendamento para coleta de eletrônicos).
Nos setores corporativos, a correta gestão de equipamentos de TI integra práticas de governança ambiental e saúde ocupacional, alinhando-se às metas ambientais e sociais. A implementação de programas de reciclagem contribui para a conformidade legal e aprimora a reputação institucional frente a stakeholders e órgãos reguladores.
A COP30 reforçou a relevância da reciclagem dos equipamentos de TI como legado concreto para avanço sustentável. O cumprimento das normas brasileiras, aliados à adoção de tecnologias para proteção de dados e sistemas integrados de coleta, constituem pilares decisivos para ampliação da economia circular e redução do impacto ambiental.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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