Os acordos de compensação firmados entre organizações do terceiro setor e entidades corporativas constituem uma estratégia fundamental para a mitigação dos impactos ambientais e para a promoção da sustentabilidade. Essas parcerias viabilizam a responsabilidade socioambiental por meio de iniciativas que compensam as emissões de gases de efeito estufa ou outros impactos decorrentes das atividades comerciais.
De acordo com a Decreto nº 10.053/2019, que regulamenta a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), os acordos de compensação ambiental são instrumentos previstos para fomentar a satisfação das metas de redução de emissões e promover o desenvolvimento sustentável. Além disso, a Lei nº 12.305/2010 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, regulamentada pelo Decreto nº 7.404/2010, que orienta o manejo adequado de resíduos e incentiva a cooperação entre setores para a destinação ambientalmente adequada.
As parcerias são formalizadas por meio de contratos ou Termos de Compromisso com cláusulas específicas que estipulam os objetivos, metas, responsabilidades e prazos para a implementação das ações compensatórias. Entre os mecanismos frequentemente adotados estão projetos de recuperação de áreas degradadas, educação ambiental, reflorestamento e programas de redução de emissão de carbono.
Por exemplo, organizações do terceiro setor especializadas em manejo ambiental colaboram na coleta e destinação adequada de resíduos tecnológicos, reduzindo o impacto da cadeia produtiva e mitigando a geração de resíduos perigosos. Para ações envolvendo descarte seguro e sustentável de equipamentos como discos rígidos e outras mídias digitais, a sanitização correta desses dispositivos é imprescindível, conforme procedimentos recomendados para segurança da informação, disponíveis em sanitização de HD.
Além do cumprimento das obrigações legais, as parcerias propiciam benefícios estratégicos ao aprimorar a reputação institucional das partes envolvidas, ampliar o engajamento de stakeholders e consolidar compromissos em relação à sustentabilidade. Os acordos também contribuem para a cadeia produtiva responsável e para a construção de um ambiente de negócios sustentável.
Para resíduos eletrônicos, a correta coleta e destinação evitam a contaminação ambiental e promovem o reaproveitamento de materiais valiosos, conforme disposto nas normas ambientais. A agenda de coleta de lixo eletrônico deve ser organizada de forma eficiente; serviços especializados para esse tipo de resíduo estão disponíveis em eletrônicos agendamento.
As parcerias entre ONGs e entidades corporativas, fundamentadas em acordos de compensação, configuram-se como um importante instrumento para o desenvolvimento sustentável no Brasil. Ao combinar esforços técnicos e operacionais, essas alianças contribuem significativamente para o cumprimento das metas ambientais nacionais e para o fortalecimento da cultura de responsabilidade socioambiental.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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