A trajetória dos computadores desde os anos 70 até o século XXI apresenta transformações fundamentais em arquitetura, processamento e aplicação. A evolução computacional impacta diversas áreas, incluindo gestão ambiental e segurança da informação, territórios essenciais para decisores B2B em ESG, TI e jurídico.
Nos anos 70, os computadores ainda se caracterizavam por seu porte físico expressivo e custo elevado. A arquitetura predominante era baseada em circuitos integrados, marcando o início da popularização dos microprocessadores. Nessa época, os sistemas operacionais eram rudimentares e voltados para mainframes e minicomputadores, amplamente empregados na automação industrial e pesquisa.
Durante os anos 80, a introdução dos computadores pessoais (PCs) revolucionou o acesso à tecnologia, com modelos mais compactos e acessíveis. O desenvolvimento de interfaces gráficas e redes locais aprimoraram a interação entre usuários e dispositivos, facilitando o processamento de dados e comunicação. Nos anos 90, a conectividade global foi impulsionada pela popularização da internet, transformando a infraestrutura digital do mundo.
O século XXI presenciou a consolidação dos computadores como ferramentas indispensáveis em todos os segmentos profissionais. A evolução em microprocessadores, armazenamento e softwares conduziu a dispositivos mais potentes e eficientes. Tecnologias como computação em nuvem, inteligência artificial e big data redefiniram a capacidade de processamento e análise de informações em alta escala.
O descarte e a gestão adequada dos equipamentos computacionais sofreram crescente regulamentação, dada a preocupação ambiental e riscos associados aos dados residuais. A legislação ambiental brasileira, como a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), estabelece diretrizes para a coleta adequada de equipamentos eletrônicos. Para a logística reversa e coleta de lixo eletrônico, esta norma é referência oficial.
Para o descarte seguro de mídias de armazenamento como HDs, a sanitarização adequada é essencial para a proteção de informações sensíveis. Serviços de descarte e sanitização de HD garantem conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD - Lei nº 13.709/2018), protegendo dados pessoais e corporativos durante o fim do ciclo de vida dos dispositivos.
A evolução dos computadores, dos anos 70 ao século XXI, é marcada por avanços tecnológicos que influenciam operações corporativas e questões ambientais. Para decisores B2B, a compreensão dessa trajetória é crucial para integrar práticas sustentáveis e assegurar a conformidade regulatória em gestão de equipamentos e dados.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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