O fortalecimento de políticas públicas é imprescindível para assegurar o desenvolvimento sustentável da reciclagem no Brasil, promovendo a correta destinação e reutilização de materiais, reduzindo impactos ambientais e alinhando-se às normas vigentes, como a Lei nº 12.305/2010.
A base legislativa para a gestão de resíduos sólidos no país encontra-se na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010 (Disponível em: planalto.gov.br). A PNRS estabelece diretrizes para a logística reversa, responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos e a prioridade de ações para a redução da geração de resíduos, bem como para a reciclagem e o reaproveitamento.
Além disso, a Política Nacional integra o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR), que permite monitoramento e transparência na gestão (Acesso em: sinir.gov.br).
Apesar dos avanços normativos, o Brasil enfrenta desafios referentes à infraestrutura insuficiente, ao baixo índice de coleta seletiva e à carência de incentivos econômicos para formalização das cadeias de reciclagem. Políticas públicas fortes devem fomentar a ampliação da rede de coleta e processamento, garantindo um fluxo eficiente de materiais recicláveis.
Por exemplo, na gestão de resíduos eletrônicos, adotando práticas aprimoradas para a coleta de lixo eletrônico, o país pode aumentar significativamente sua capacidade de reciclagem e evitar o impacto ambiental causado pelo descarte irregular.
Ainda, para o descarte seguro de mídias digitais, é fundamental adotar métodos de descarte seguro de HDs e mídias, protegendo informações sensíveis e prevenindo riscos de segurança da informação.
O acompanhamento dos dados por meio do SINIR e a atuação da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e órgãos estaduais de meio ambiente, como a CETESB (São Paulo), são essenciais para o controle da qualidade da gestão dos resíduos, promovendo conformidade com a legislação.
Políticas públicas devem também prever mecanismos de fiscalização rigorosos e incentivos para a conformidade, capacitação técnica e educação ambiental para atores envolvidos na cadeia da reciclagem.
Investimentos em inovação tecnológica e financiamento facilitado para ampliação da infraestrutura de reciclagem são fundamentais, conforme previsto em programas e planos nacionais relacionados à sustentabilidade ambiental.
A atenção a tecnologias de ponta no processo de reciclagem, à logística sustentável e aos modelos econômicos circulares contribuem para transformar a reciclagem num pilar de desenvolvimento econômico e ambiental no Brasil.
Políticas públicas robustas são essenciais para o futuro da reciclagem no Brasil, garantindo conformidade com a legislação vigente, melhoria da infraestrutura, segurança no descarte, educação ambiental e sustentabilidade econômica. O enfrentamento dos desafios atuais depende diretamente do compromisso governamental em promover ações coerentes e integradas com todos os stakeholders do setor.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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