O manejo correto de equipamentos contaminados com resíduos biológicos é fundamental para garantir a segurança ambiental e atender à legislação vigente no Brasil. Estes resíduos possuem características específicas, que demandam processos de descarte adequados, minimizando riscos à saúde pública e ao meio ambiente.
De acordo com a Resolução CONAMA nº 358/2005, resíduos biológicos são classificados como resíduos de serviços de saúde (RSS) que podem conter agentes biológicos capazes de causar riscos à saúde humana ou animal. Estes resíduos podem incluir sangue, fluidos corpóreos e equipamentos contaminados por estes, como materiais perfurocortantes, instrumentos laboratoriais e equipamentos hospitalares.
O descarte de equipamentos contaminados com resíduos biológicos no Brasil é regulamentado principalmente pela RDC Anvisa nº 222/2018 e pela Resolução CONAMA nº 358/2005. A RDC Anvisa estabelece procedimentos para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, incluindo rotinas de segregação, acondicionamento, transporte e destinação final.
O Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) reforça a importância da rastreabilidade e controle rigoroso desde a geração até a disposição final dos resíduos biológicos.
O processo de descarte deve seguir etapas cruciais para evitar contaminações secundárias:
Equipamentos como discos rígidos que tenham contato com resíduos biológicos requerem processos de sanitização específicos para garantir a eliminação completa de agentes infecciosos e a proteção dos dados. Serviços profissionais realizam a sanitização de HD e mídias, assegurando conformidade técnica e legal.
Decisores nas áreas de ESG, EHS, TI, Jurídico e Compras devem garantir que os processos estejam alinhados às diretrizes ambientais e sanitárias. O cumprimento rigoroso da legislação, além de mitigar riscos, reforça o compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade social corporativa.
O descarte correto de equipamentos contendo resíduos biológicos é um processo técnico e regulado, que exige conformidade com legislações específicas e o uso de serviços especializados para coletar, descontaminar e destinar esses resíduos. O conhecimento e a aplicação adequada dessas normas garantem a proteção ambiental e a saúde pública, além de atender às demandas de governança corporativa.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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