O descarte de hardware em data centers durante processos de modernização envolve questões críticas relacionadas à legislação ambiental e à segurança da informação. A correta gestão desses resíduos eletrônicos é imprescindível para garantir conformidade legal e proteção dos dados sensíveis armazenados.
O marco regulatório brasileiro para gerenciamento de resíduos eletroeletrônicos está centrado na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), que determina princípios e diretrizes para a logística reversa, reutilização, reciclagem e descarte sustentável. Conforme o artigo 33 dessa lei, a responsabilidade pelo ciclo de vida do produto inclui fabricantes, importadores, comerciantes e consumidores finais.
Além disso, a Resolução CONAMA nº 401/2008 define critérios para a gestão e controle dos resíduos eletroeletrônicos, enfatizando a preocupação ambiental e a necessidade de destinação adequada.
A modernização de data centers implica excluir ou substituir equipamentos contendo dados confidenciais, como discos rígidos e mídias de armazenamento. A insegurança na eliminação dessas mídias pode gerar vazamento de informações sensíveis, prejudicando a integridade e confidencialidade dos dados.
Para garantir a segurança, é essencial aplicar procedimentos técnicos de sanitização de dados, incluindo a destruição física, desmagnetização e uso de métodos certificados padronizados pelo NIST (National Institute of Standards and Technology). O guia NIST Special Publication 800-88 Rev. 1 estabelece orientações específicas para a limpeza e destruição segura de mídias digitais, minimizando o risco de recuperação de informações.
A sanitização segura deve ser aplicada através de técnicas que garantam a inatividade total dos dados armazenados. Entre essas técnicas destacam-se:
É recomendável agendar serviços especializados para sanitização de mídia de forma adequada e certificada, garantindo conformidade técnica e legal (sanitização de HD).
Após a sanitização, os componentes removidos dos data centers devem seguir para processos controlados de reciclagem e disposição conforme as diretrizes ambientais. O Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) oferece informações e orientações sobre a logística reversa e tratamento dos resíduos.
Para a coleta de equipamentos eletrônicos descartados, o uso de canais especializados é essencial para garantir o encaminhamento correto, prevenindo danos ambientais e riscos à saúde pública (coleta de lixo eletrônico).
A modernização dos data centers requer cuidados rigorosos no descarte do hardware, tanto sob a perspectiva da legislação ambiental quanto da segurança da informação. A observância das normas vigentes, a aplicação de técnicas certificadas de sanitização e a destinação adequada dos resíduos sustentam as melhores práticas para mitigar riscos legais, ambientais e de segurança.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
Deixe um comentário
O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *