A gestão de devoluções é um componente estratégico para o e-commerce, principalmente em São Paulo, maior polo comercial do Brasil. Controlar e organizar esse processo impacta diretamente na satisfação do consumidor, na eficiência operacional e na sustentabilidade do negócio, além de estar alinhado com as normativas vigentes que regulam o comércio eletrônico.
O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) estabelece direitos claros para o consumidor na aquisição de produtos pela internet, com destaque para o artigo 49, que assegura o direito de arrependimento em até 7 dias após o recebimento do produto. Ademais, a Lei nº 12.965/2014 (Marco Civil da Internet) regula aspectos da proteção ao consumidor no ambiente digital, reforçando a transparência nas informações prestadas.
Em São Paulo, o controle das devoluções deve incluir o registro detalhado de cada pedido devolvido, análise do motivo da devolução, inspeção do produto e definição do destino adequado — seja reenvio, troca ou descarte. A adoção de sistemas integrados de gestão facilita esse processo, garantindo rastreabilidade e conformidade com as normas técnicas e legais.
Produtos danificados, obsoletos ou não reaproveitáveis devem ser descartados seguindo as regras ambientais estabelecidas pela CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). A conformidade com a Resolução SMA nº 43/2014 garante a gestão adequada dos resíduos gerados pelo e-commerce.
Para o descarte correto de equipamentos eletrônicos, é recomendada a utilização de serviços especializados em coleta de lixo eletrônico que atendem às exigências ambientais e asseguram o tratamento adequado dos materiais, minimizando o impacto ambiental.
Nos casos em que dispositivos eletrônicos devolvidos contenham mídias com dados, é imprescindível assegurar a segurança da informação através da sanitização de HD e mídias, conforme pautas de segurança da informação definidas por órgãos oficiais.
A recomendação é recorrer a empresas especializadas que oferecem o serviço de descarte seguro de HD e mídias para proteger os dados sensíveis, atendendo às normas da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018).
Uma gestão eficiente de devoluções propicia redução de custos operacionais, melhoria da imagem institucional e aumento da confiança do consumidor, promovendo práticas sustentáveis e responsáveis. Além disso, o correto descarte e reutilização contribuem com a mitigação dos impactos ambientais gerados pelo comércio eletrônico.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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