A gestão dos resíduos eletroeletrônicos (REEE) provenientes de data centers e soluções cloud demanda protocolos específicos alinhados à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei nº 12.305/2010. Esses ambientes apresentam particularidades quanto à coleta e sanitização, envolvendo equipamentos como servidores, storages, switches, além de mídias de armazenamento vulneráveis.
A PNRS estabelece princípios e diretrizes para a gestão integrada e o manejo ambientalmente adequado dos resíduos, conforme Artigo 3º e seus incisos. A responsabilização compartilhada entre geradores, fabricantes, importadores e órgãos públicos é fundamental, especialmente para resíduos de alto impacto como os gerados em data centers. Os protocolos de coleta devem garantir a segregação, transporte e destinação correta, contribuindo para a cadeia reversa, conforme previsto no Artigo 33.
O manejo dos resíduos oriundos de data centers deve observar critérios técnicos rigorosos. Recomenda-se um sistema de coleta de lixo eletrônico especializado, garantindo a triagem e acondicionamento adequado para evitar danos ambientais e riscos à saúde. A logística reversa deve contemplar etapas de armazenamento temporário, documentação, transporte seguro e destinação final, preferencialmente em unidades licenciadas.
A proteção de dados é imperativa, sujeitando-se às normas de segurança da informação. Protocolos recomendam a sanitização de HD e demais mídias por meio de processos certificados, como desmagnetização, destruição física e métodos criptográficos, assegurando a irreversibilidade do conteúdo armazenado. A legislação correlata, incluindo a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados - Lei nº 13.709/2018), reforça essa necessidade.
O tratamento inadequado dos resíduos provenientes destes equipamentos pode ocasionar contaminação do solo, água e ar devido à presença de metais pesados e substâncias tóxicas. Conforme as normas ambientais da CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e orientações do SINIR, a conformidade com os protocolos de reciclagem promove a mitigação destes impactos.
A implantação de protocolos robustos para coleta e sanitização de resíduos eletroeletrônicos de data centers e cloud alinha-se ao marco legal brasileiro da PNRS, garantindo sustentabilidade e segurança da informação. A adoção dessas práticas contribui para a responsabilidade compartilhada e conformidade ambiental, elementos essenciais para organizações que buscam excelência operacional e legal.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
Deixe um comentário
O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *