O descarte correto de televisores antigos se tornou uma questão ambiental e legal relevante em 2025, dada a composição de seus componentes e o potencial de contaminação do meio ambiente. Este artigo aborda os procedimentos técnicos e normativos para o descarte adequado, alinhados às legislações vigentes.
As TVs antigas, especialmente as de tubo (CRT), contêm materiais como chumbo, cádmio e mercúrio, além de componentes eletrônicos que podem causar danos ambientais e à saúde humana se descartados inadequadamente.
De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Nº 12.305/2010), o descarte desses resíduos deve seguir critérios específicos para minimizar riscos e garantir a sustentabilidade.
A legislação brasileira estabelece que o descarte de equipamentos eletrônicos, como televisores, deve ocorrer seguindo normas de coleta e destinação ambientalmente adequada. A Resolução CONAMA nº 401/2008 e as diretrizes do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) orientam os procedimentos para o manejo desses resíduos.
É obrigatório que o descarte evite o lixo comum e incorpore a logística reversa, facilitando a reinserção dos materiais no ciclo produtivo.
Para garantir um descarte seguro, deve-se evitar depositar televisores antigos em lixeiras comuns. Recomenda-se efetuar o agendamento para coleta de lixo eletrônico por meio de serviços especializados registrados nos órgãos ambientais.
Esses serviços realizam o transporte, desmontagem e destinação final conforme as normas técnicas, garantindo a redução dos impactos ambientais e o cumprimento da legislação.
Além do televisor em si, é fundamental considerar a segurança dos dados armazenados em dispositivos como HDs e mídias magnéticas presentes em aparelhos modernos.
A destinação deve incluir a sanitização segura desses dispositivos.
Para isso, utilize serviços de agendamento para sanitização de HD que asseguram a eliminação de informações com conformidade técnica e legal.
Em 2025, órgãos públicos e parceiros autorizados mantêm pontos de coleta específicos para televisores antigos e outros equipamentos eletrônicos. A utilização desses pontos é a forma mais recomendada para garantir o manejo ambiental seguro e legal.
Consulte o site da CETESB (cetesb.sp.gov.br) e do SINIR (sinir.gov.br) para identificação dos pontos e procedimentos atualizados.
O descarte correto de televisores antigos em 2025 exige observância das normas ambientais e utilização de serviços especializados. O cumprimento da legislação reduz riscos ambientais e legais, promovendo sustentabilidade e segurança de dados.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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