O descarte adequado de eletrônicos hospitalares é crucial para garantir a segurança ambiental e a conformidade legal. Equipamentos médicos descartados sem critérios podem liberar substâncias tóxicas que causam impactos ambientais e riscos à saúde pública.
De acordo com a Lei nº 13.720/2018 e a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), o descarte dos resíduos eletroeletrônicos hospitalares deve ser realizado com controle rigoroso de sua destinação final, buscando minimizar impactos ambientais provenientes de metais pesados e outras substâncias perigosas.
A PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos) estabelece a responsabilidade compartilhada entre geradores e destinatários na logística reversa de resíduos eletroeletrônicos hospitalares, assegurando que esses materiais tenham processamento ambientalmente adequado.
A certificação ambiental é um requisito fundamental para fornecedores e serviços que atuam na cadeia de descarte e reciclagem de eletrônicos hospitalares. Conforme as diretrizes da CETESB e normas da ABNT, a destinação final deve garantir processos que evitem contaminação do solo, água e ar, além da adequada gestão de resíduos perigosos.
O manejo seguro inclui a segregação dos equipamentos, desmontagem técnica, tratamento de componentes críticos e encaminhamento para processos de reciclagem certificados, garantindo rastreabilidade e transparência.
Os eletrônicos hospitalares, como monitores, equipamentos de diagnóstico por imagem e dispositivos de suporte à vida, contêm componentes que requerem tratamento especializado. Todo descarte deve observar a legislação vigente, prevendo a descontaminação de tudo que ofereça risco, bem como a reutilização segura de partes que possam ser recicladas ou reaproveitadas.
Em relação às mídias de armazenamento de dados, recomenda-se fortemente a sanitização de HD para assegurar a proteção das informações sensíveis e conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018).
Para garantir a correta destinação, a coleta de lixo eletrônico deve ser feita por agentes certificados que seguem protocolos de transporte e armazenamento em conformidade com a legislação ambiental. O transporte até os locais de reciclagem certificados assegura a preservação dos recursos naturais e a minimização dos impactos ambientais.
O descarte de eletrônicos hospitalares com certificação ambiental é imprescindível para o atendimento das normativas vigentes e para a manutenção da segurança ambiental. O alinhamento com a legislação, a adoção de processos técnicos especializados e a contratação de parceiros certificados garantem a diminuição dos riscos e o cumprimento das metas sustentáveis.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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