O crescente volume de devoluções gerado pelas operações de marketplaces em São Paulo impõe desafios significativos para a gestão sustentável desses produtos. A destinação adequada desses itens visa minimizar impactos ambientais, assegurar conformidade legal e promover a economia circular.
O arcabouço normativo brasileiro estabelece diretrizes claras para a gestão de resíduos, incluindo os provenientes de devoluções comerciais. A Lei nº 12.305/2010 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que prevê responsabilidade compartilhada entre todos os atores da cadeia produtiva, desde fabricantes até consumidores e comerciantes. Ademais, o Decreto Estadual nº 63.044/2018 regulamenta dispositivos da PNRS em São Paulo, exigindo o adequado manejo e destinação final dos resíduos sólidos.
Para adequar-se às exigências legais e às melhores práticas ambientais, os gestores de centros de distribuição e logística vinculados a marketplaces devem implementar processos que priorizem:
Considerando que parte expressiva das devoluções pode incluir eletrônicos, é imprescindível a integração com sistemas certificados de coleta de lixo eletrônico, assegurando manuseio, transporte e descarte em conformidade com as normativas vigentes. Essa prática previne danos ambientais provenientes de substâncias tóxicas e metais pesados presentes em componentes eletrônicos.
Em processos que envolvem devoluções e descarte de equipamentos com dispositivos de armazenamento, torna-se necessária a sanitização eficiente para proteger informações sensíveis. O procedimento recomendado deve ser realizado por serviços especializados em descarte seguro de HD e mídias, garantindo a destruição ou limpeza completa dos dados conforme protocolos técnicos rigorosos.
O desenvolvimento de indicadores de desempenho ambiental para o fluxo de devoluções é essencial para avaliar a eficácia das ações implementadas. O uso de relatórios e sistemas de controle apoiados em legislações específicas, como as reguladas pelo Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) - acessível em sinir.gov.br - aumenta a transparência e fortalece a conformidade legal.
A destinação sustentável das devoluções em marketplaces operando no estado de São Paulo demanda atenção multidisciplinar, combinando aspectos legais, técnicos e ambientais. Adequar-se às normas vigentes, investir em práticas que promovam a reutilização e a reciclagem e garantir a segurança no manejo de resíduos eletrônicos e mídias são medidas estratégicas indispensáveis para a mitigação dos impactos ambientais e o fortalecimento da responsabilidade socioambiental.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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