A COP30, realizada em 2025, consolidou diretrizes essenciais para a gestão sustentável dos resíduos até 2030. O objetivo principal é a ampliação sistemática da reciclagem de materiais, alinhando políticas públicas com metas globais de sustentabilidade e economia circular. A estratégia reforça a importância da integração entre setores governamentais, agência reguladoras e sociedade para a implementação eficaz dos processos de reciclagem.
O Brasil fundamenta suas ações para 2030 em leis e regulamentos rigorosos, especialmente a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), brasileira referência para a gestão dos resíduos, e diretrizes propostas no Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) – sinir.gov.br. Além disso, o Ministério do Meio Ambiente coordena a atualização contínua das normativas para adequação às metas internacionais da COP30.
As principais metas estabelecidas focam na elevação da taxa de reciclagem e na redução da disposição final inadequada de resíduos, promovendo:
A estratégia enfatiza a operacionalização da logística reversa solidificando a coleta seletiva como pilar essencial, destacando sua relevância no ciclo sustentável de produtos e resíduos. Para resíduos eletrônicos, recomenda-se o agendamento formalizado de coleta responsável disponível via coleta eletrônicos agendamento, garantindo a destinação correta.
Outro ponto crucial contemplado são os procedimentos para descarte e sanitização segura de dispositivos que armazenam dados. A política inclui diretrizes claras para a destruição segura dessas mídias conforme preconizado por padrões internacionais, incentivando a utilização de serviços especializados para a sanitização de HD eletrônico agendamento, prevenindo vulnerabilidades de segurança da informação.
O avanço tecnológico é componente vital no acompanhamento dos impactos e eficácia das ações. O SINIR oferece plataforma integrada para o registro, fiscalização e monitoramento dos resíduos, assegurando transparência e conformidade às exigências da lei. A CETESB – Centro de Tecnologia Ambiental de São Paulo (cetesb.sp.gov.br) atua como órgão fiscalizador e orientador técnico, reforçando o comprometimento das administrações públicas.
Tomadores de decisão nas áreas ambiental, jurídica, compras e tecnologia, devem alinhar suas políticas corporativas às exigências da COP30 e leis vigentes, promovendo práticas responsáveis que minimizam riscos regulatórios e agregam valor à reputação institucional, além de estimular a inovação em produtos e serviços verdes.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
Deixe um comentário
O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *