Nas décadas passadas, a reciclagem de eletrônicos ocorria de maneira rudimentar e pouco regulada. O aumento rápido da quantidade desses resíduos, principalmente nos anos 80 e 90, já indicava a necessidade de procedimentos adequados.
Antes da regulamentação específica, a triagem manual era o método mais comum. Componentes como metais pesados (cádmio, chumbo e mercúrio) e elementos valorizados, como cobre e alumínio, eram separados de forma artesanal para reaproveitamento. Essa prática, contudo, apresentava riscos ambientais e à saúde devido à manipulação inadequada.
Até a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010, disponível em planalto.gov.br), não havia diretrizes específicas para a reciclagem de equipamentos eletrônicos. Isso gerava dispersão irregular desses resíduos, contribuindo para a contaminação ambiental e exposição de trabalhadores em ambientes informais.
Na ausência de sistemas integrados, descarte e coleta eram realizados predominantemente por catadores informais ou revendedores de material metálico. Para um descarte responsável, a coleta de lixo eletrônico hoje deve ser realizada por serviços certificados, como indicados no agendamento de eletrônicos.
Historicamente, o descarte de mídias com dados armazenados, como discos rígidos, não atendia a padrões de segurança elevados, implicando riscos de vazamento. Atualmente, a sanitização efetiva desses dispositivos é fundamental e pode ser realizada conforme orientações técnicas disponíveis em sanitização de HD.
As práticas antigas de reciclagem de eletrônicos, apesar de pioneiras, eram limitadas em termos de segurança e impacto ambiental. A implementação de normas técnicas e legislação específica, como previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos e demais regulamentações do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR, sinir.gov.br), tem promovido avanços significativos nesse campo, tornando os processos mais seguros, tecnológicos e sustentáveis.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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