Para selecionar um serviço especializado em descarte eletrônico, a conformidade com as normas e regulamentações vigentes é requisito fundamental. Segundo a Lei nº 13.825/2019 e o Sistema Nacional de Informação sobre a Gestão de Resíduos Sólidos (SINIR), todas as operações devem seguir princípios de sustentabilidade, segurança ambiental e responsabilidade social. Os certificados de órgãos ambientais estaduais, como a CETESB, e de instituições reconhecidas pelo Ministério do Meio Ambiente evidenciam que as práticas estão alinhadas com a legislação brasileira.
Refira-se à infraestrutura disponível para a logística reversa e tratamento dos resíduos eletrônicos. A empresa certificada deve dispor de áreas apropriadas para armazenamento temporário, equipamentos para desmanche seguro e sistemas para reutilização ou destinação final adequada dos componentes recuperáveis. Além disso, as capacidades de coleta de lixo eletrônico devem garantir eficiência na gestão dos resíduos, minimizando impactos ambientais e riscos técnicos.
É imprescindível assegurar a integridade e confidencialidade das informações presentes nos dispositivos. O processo de descarte seguro de HD e mídias deve seguir protocolos rigorosos para a sanitização e destruição de dados, conforme orientações do NIST SP 800-88. A adoção de procedimentos certificados reduz vulnerabilidades jurídicas e protege a organização contra vazamentos ou exposições indevidas.
É relevante avaliar a política ambiental adotada, que deve garantir o reaproveitamento de materiais, a redução do impacto ambiental e o cumprimento da logística reversa estabelecida pelo SINIR. Programas de educação e sensibilização ambiental, além da contribuição para a economia circular, são indicativos de maturidade na gestão dos processos.
Para controle e transparência, a emissão de documentos que atestem o correto descarte, como o Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR), regulamentado pela Plataforma MTR, é requisito indispensável. Relatórios periódicos permitem a rastreabilidade dos resíduos ao longo da cadeia de destinação, comprovando a conformidade e facilitando auditorias internas ou externas.
O suporte durante todo o processo de recolhimento e descarte é essencial. O serviço deve contar com equipes qualificadas para orientar sobre a logística, adequações legais e procedimentos técnicos, garantindo o alinhamento às políticas internas e às normas ambientais.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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