Em 2024, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei nº 12.305/2010, recebeu atualizações significativas para aprimorar a gestão sustentável dos resíduos no Brasil. Essas mudanças visam aumentar a eficiência na logística reversa, incentivar a reciclagem e responsabilizar de forma mais clara os geradores de resíduos, em sintonia com as práticas internacionais.
A revisão da PNRS enfatiza a obrigatoriedade da logística reversa para um número maior de produtos e resíduos. Essa ampliação facilita a sistematização do recolhimento pós-consumo e o retorno dos materiais aos ciclos produtivos, minimizando impactos ambientais. Destaca-se o reforço na regulamentação aplicada ao manejo de resíduos eletrônicos, para os quais a coleta especializada pode ser agendada em https://ecobraz.org/pt_BR/eletronicos-agendamento.
O conceito de responsabilidade compartilhada entre os geradores, distribuidores, comerciantes e o poder público foi detalhado para melhorar a operacionalização dos contratos e parcerias. Este alinhamento inclui a previsão de instrumentos financeiros específicos e maior transparência nos processos de destinação adequada e reciclagem.
As atualizações reforçam a importância da coleta seletiva como ferramenta para reduzir o volume de resíduos enviados aos aterros sanitários. A política enfatiza também novos incentivos econômicos para cooperativas e sistemas integrados de reciclagem, ampliando o ciclo virtuoso ambiental e social.
Em relação à segurança de dados e à proteção das informações em mídias de armazenamento, a política reforça a necessidade da destruição técnica adequada com respaldo normativo. Para o descarte seguro de dispositivos como HDs, recomenda-se utilizar serviços especializados disponíveis para agendamento em https://ecobraz.org/pt_BR/sanitizacao-de-hd-eletronicos-agendamento, garantindo a conformidade ambiental e a proteção de dados sensíveis.
As mudanças incorporaram ajustes nas regulamentações emitidas pelo Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR), especialmente na interface dos dados para monitoramento e fiscalização ambiental, conforme estabelecido pelo Decreto nº 10.936/2022. Essa modernização amplia a capacidade de análise em tempo real e a transparência da gestão dos resíduos sólidos.
As alterações introduzidas em 2024 no arcabouço da Política Nacional de Resíduos Sólidos reforçam a responsabilidade compartilhada, ampliam a eficiência do manejo dos resíduos e estimulam as cadeias de reciclagem. A modernização das práticas e o foco na segurança do descarte eletrônico são passos decisivos para um modelo sustentável, ajustado às demandas ambientais contemporâneas.
Fontes: gov.br, sinir.gov.br, mtr.sinir.gov.br, ecobraz.org, Lei nº 12.305/2010, Decreto nº 10.936/2022
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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