Os eletroportáteis antigos apresentam riscos significativos ao meio ambiente devido à presença de materiais tóxicos e à dificuldade de descarte adequado. Esses dispositivos, quando descartados incorretamente, liberam substâncias prejudiciais que comprometem a qualidade do solo, água e ar.
Esses aparelhos frequentemente contêm metais pesados como chumbo (Pb), mercúrio (Hg), cádmio (Cd) e cromo hexavalente (Cr VI), além de componentes plásticos com retardantes de chama bromados. De acordo com a Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o descarte inadequado desses materiais pode causar contaminação ambiental e riscos à saúde pública.
Quando os eletroportáteis antigos são descartados em aterros comuns ou acabam em ambientes naturais, há o risco de lixiviação dos metais pesados para o solo, contaminando aquíferos e afetando a fauna e flora locais. A Resolução CONAMA nº 401/2008 reforça a necessidade de manejo adequado desses resíduos para evitar impactos ambientais.
A exposição a substâncias tóxicas presentes nesses aparelhos pode ocasionar problemas neurológicos, respiratórios e dermatológicos em humanos. O contato direto com metais como mercúrio e cádmio é especialmente nocivo, impondo cuidados rígidos no manuseio e descarte correto.
A Lei nº 12.305/2010 determina a implantação de sistemas de logística reversa para eletroeletrônicos, promovendo a retomada e destinação adequada dos resíduos. Para garantir o descarte correto e ambientalmente seguro dos equipamentos, é recomendada a utilização da coleta de lixo eletrônico, que assegura o tratamento conforme as normas vigentes.
Dispositivos antigos, especialmente aqueles com mídias de armazenamento, demandam cuidados especiais para a proteção de dados e conformidade legal. O descarte de mídias como HDs deve ser realizado por meio da sanitização segura de documentos e dados eletrônicos, prevenindo exposição indevida de informações e evitando impactos ambientais adicionais.
Os eletroportáteis antigos representam uma ameaça indireta ao meio ambiente e à saúde humana devido à sua composição química e ao descarte inadequado. A observância das normas vigentes e a participação em sistemas formalizados de coleta e tratamento são essenciais para mitigar esses riscos e promover a sustentabilidade.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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