Fotógrafo de Placa de Vidro: a precisão da luz em cristal
Entre 1880 e 1890, a fotografia em placa de vidro registrou o mundo com nitidez inédita e preparou o caminho para o cinema e o negativo moderno.
Do telégrafo de Morse ao iPhone: as invenções que moldaram o mundo eletrônico — e por que preservar essa memória faz parte de dar destino responsável a cada equipamento.
Entre 1880 e 1890, a fotografia em placa de vidro registrou o mundo com nitidez inédita e preparou o caminho para o cinema e o negativo moderno.
Entre 2002 e 2008, o CNPEM criou o primeiro microscópio eletrônico de varredura nacional, marco na autonomia científica e na microtecnologia brasileira.
Criado no Brasil em 1972 pela arquiteta Chu Ming Silveira, o “orelhão” tornou-se um ícone mundial do design funcional, integrando comunicação, sustentabilidade e urbanismo social.
Lançado em 1970, o PDP-11 redefiniu os minicomputadores, influenciou Unix e linguagens modernas e hoje é raridade e lixo eletrônico industrial histórico.
Entre 1970 e 1990, a invenção do microprocessador, a expansão da informática e o surgimento da internet transformaram o mundo — e multiplicaram os desafios ambientais do consumo eletrônico.
Dossiê técnico sobre o AES: os cartuchos de placa dupla (PROG/CHA), o pioneirismo do Memory Card e a qualidade industrial dos joysticks com microswitches.
Inventado em 1837 por Samuel Morse, o telégrafo revolucionou a comunicação mundial e deu origem à transmissão elétrica de informações.
Criado em 1895, o cinematógrafo dos Lumière transformou imagens fixas em movimento e inaugurou a arte audiovisual moderna.
Lançado em 2000, o PlayStation 2 transformou o entretenimento doméstico, uniu cinema e jogos em um único aparelho e tornou-se o console mais vendido da história.
Entre 1983 e 1986, a SID Microeletrônica projetou o primeiro chip nacional, marco da engenharia brasileira e base da atual indústria de semicondutores.
Lançada em 1899, a Singer elétrica transformou o lar em oficina moderna e marcou o início da automação doméstica.
Desenvolvida entre 1979 e 2004 pela Marinha e pelo IPEN, a ultracentrífuga brasileira colocou o país entre as nações que dominam o ciclo completo do urânio com inovação e eficiência energética.