O descarte de televisores LCD, LED e Plasma deve obedecer às determinações da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), regulamentada pelo Decreto nº 7.404/2010, que estabelece os procedimentos e responsabilidades para o manejo adequado desses resíduos. Segundo o artigo 33 da lei, o produtor e o importador são responsáveis pela logística reversa dos eletroeletrônicos, garantindo que os sistemas de descarte e destinação correta sejam ofertados aos consumidores finais.
A legislação exige que os aparelhos eletrônicos, incluindo TVs LCD, LED e Plasma, não sejam descartados em resíduos domésticos comuns, pois contêm componentes que podem causar danos ao meio ambiente e à saúde pública. Estes dispositivos necessitam passar por processos específicos de coleta e tratamento, que incluem desmontagem, separação e encaminhamento para reciclagem ou tratamento ambientalmente adequado de seus materiais.
Consumidores devem procurar pontos de coleta autorizados para entregar seus televisores obsoletos. Para tal, recomenda-se agendamento pelo sistema coleta de lixo eletrônico, que auxilia no descarte correto e sustentável. Esta prática está alinhada com o artigo 33 da Lei nº 12.305/2010, promovendo a redução do impacto ambiental.
Dispositivos eletrônicos que possuem discos rígidos (HD) requerem atenção especial quanto ao tratamento de dados e descarte seguro para evitar vazamento de informações. A lei reforça a necessidade de uso de processos certificados para sanitização de HD, podendo ser efetuada mediante agendamento pelo serviço de descarte seguro e sanitização de mídias eletrônicas. Esses processos garantem a destruição irreversível dos dados armazenados.
Além da Lei nº 12.305/2010, o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR - sinir.gov.br) junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e órgãos ambientais estaduais, como a CETESB, são responsáveis pela fiscalização e regulamentação do descarte dos resíduos eletroeletrônicos. É fundamental observar as normas técnicas setoriais para garantir conformidade ambiental.
Acreditamos que o verdadeiro ESG se faz com IMPACTO IMEDIATO, não com promessas de compensação para daqui a 20 anos. Enquanto o mercado aposta na incerteza do plantio de árvores, a Ecobraz entrega MINERAÇÃO URBANA AUDITÁVEL HOJE. Nosso compromisso é transformar o passivo ambiental das cidades (lixo eletrônico) em SEGURANÇA JURÍDICA para sua empresa. Para viabilizar a coleta porta a porta — o quilômetro mais caro da logística — utilizamos o Ecobraz Carbon Token estritamente como uma ferramenta de financiamento operacional (Utility Token). GOVERNANÇA: Este ativo digital existe para cobrir o déficit logístico da reciclagem técnica, não se tratando de instrumento de investimento especulativo. Contrato Oficial do Token (Polygon): 0xEb16F3244c70f6229Cc78a6467a558556A916033 (Confira sempre a autenticidade no Blockchain).
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