Sanitização segura de dados, com relatório por mídia
O contrato de locação venceu e as máquinas precisam voltar sem nenhum dado dentro? A Ecobraz executa sanitização lógica com método documentado e relatório por mídia — o equipamento continua utilizável, e o risco sai por escrito. Quando a sanitização não é tecnicamente aplicável, dizemos na avaliação e indicamos a destruição física.
Situações em que formatar não resolve — e sanitizar resolve
Bastou um item da lista ser verdade aí dentro? Então esta página foi escrita para você — descreva a situação em 1 minuto e receba um retorno técnico, não um telemarketing.
- O leasing venceu e a locadora vai receber de volta máquinas com anos de dados da empresa
- A doação de computadores está travada porque ninguém garante o que ficou nos discos
- A política interna exige remoção verificável de dados antes de qualquer equipamento sair
- A auditoria pediu evidência de sanitização e o que existe é um print de formatação
- O parque vai para redeployment interno, mas o time não tem ferramenta nem tempo para tratar disco a disco
Formatar não é sanitizar — e a diferença custa caro
O dado 'apagado' de qualquer jeito continua recuperável com ferramenta comum.
O disco formatado que continua falando
Formatação simples não remove dados: remove o índice. Quem receber a máquina — locadora, comprador ou donatário — consegue recuperar arquivos com software gratuito.
Custo real: incidente LGPD com sanção de até 2% do faturamento (teto de R$ 50 milhões) — nascido de um equipamento que saiu 'limpo'.A devolução de leasing que leva seus dados junto
A máquina devolvida é recondicionada e vai para a próxima empresa. Sem sanitização registrada, seus contratos e planilhas vão no pacote.
Custo real: dados estratégicos circulando fora do seu controle — sem nem contar como vazamento detectável.A doação que vira manchete
Doar computadores é excelente — até um dado sensível aparecer na máquina doada. O gesto social vira crise de imagem e caso jurídico.
Custo real: o projeto social da empresa suspenso e a marca associada a vazamento — pelo motivo errado.De 'acho que apagaram' para 'está no relatório'
A diferença entre confiar e poder provar.
Como sai hoje
- Formatação simples, sem método definido
- Nenhum registro de qual mídia foi tratada
- Devolução e doação travadas pela dúvida
- Auditoria respondida com print de tela
- Cada técnico faz de um jeito
Com a sanitização Ecobraz
- Método documentado, aplicado mídia a mídia
- Relatório com identificação das mídias tratadas
- Equipamento liberado para devolver, reusar ou doar
- Evidência pronta para auditoria e para o DPO
- Mídia não aplicável? Indicamos destruição física — por escrito
O que a sanitização destrava
O valor do equipamento é preservado; o risco do dado é eliminado.
Leasing devolvido sem medo
As máquinas voltam para a locadora limpas e com relatório — contrato encerrado sem pendência.
Reuso e redeployment
O parque circula internamente sem carregar dados de um setor para outro.
Doação destravada
O projeto social anda com segurança jurídica — e a empresa colhe o benefício da imagem.
DPO e auditoria satisfeitos
Evidência por mídia, no formato que a política interna e a LGPD pedem.
O que entra — e o que não entra
Escopo declarado antes do agendamento reduz retrabalho e surpresa. Cada lote é avaliado tecnicamente.
Dentro do escopo
- HDs e SSDs em notebooks, desktops e servidores
- Mídias avulsas: discos externos, unidades de storage
- Parques inteiros em devolução de leasing ou redeployment
- Equipamentos destinados a doação corporativa
- Verificação de aplicabilidade mídia a mídia na avaliação
A sanitização é oferecida quando tecnicamente aplicável — a avaliação verifica mídia, estado e exigência. Quando não for o caminho, você recebe a indicação de destruição física com a mesma clareza.
Fora do escopo
- Mídias danificadas ou criptografadas sem chave — vão para destruição física
- Exigências de inutilização definitiva — página de destruição física
- Pilhas domésticas, toner, lâmpadas e demais exclusões padrão
- Resíduos químicos, biológicos, radioativos ou contaminados
Sanitização e destruição física são serviços distintos, com métodos e entregáveis próprios — misturá-los é impreciso tecnicamente.
Como funciona, do contato à destinação
Nenhuma retirada é confirmada sem avaliação técnica. É isso que mantém a operação previsível e documentável.
Descreva o parque
Quantidade, tipos de mídia, destino pretendido (devolução, reuso, doação) e prazo.
Avaliação técnica
Verificamos aplicabilidade mídia a mídia e o nível de evidência exigido.
Escopo definido
Método, local de execução, registros e o que acontece com mídias não aplicáveis.
Execução registrada
Sanitização aplicada com registro por mídia tratada.
Relatório final
Documento com identificação das mídias e método aplicado — pronto para auditoria.
O que sobra quando o dado se vai
A documentação reflete o que foi efetivamente executado em cada lote — sem promessa genérica.
Relatório de sanitização
Identificação das mídias tratadas e método aplicado, por mídia.
Registro de aplicabilidade
Quais mídias foram sanitizadas e quais seguiram para destruição física — sem zona cinzenta.
Cadeia de custódia
Quando a operação inclui retirada, o percurso é registrado de ponta a ponta.
Escopo documentado
Método, local e responsabilidades definidos antes da execução.
Integração com destinação
MTR e CDF quando o serviço inclui descarte de equipamentos, conforme aplicável.
Evidência com limite
O relatório diz o que foi feito — e não promete o que não foi.
Por que sanitizar com a Ecobraz
Honestidade técnica é o diferencial: nem todo disco pode ser sanitizado — e você saberá quais.
Limite técnico declarado
Quando a sanitização não é aplicável, dizemos na avaliação e indicamos destruição física — por escrito, não por conveniência.
Relatório por mídia
Não é declaração genérica: cada mídia tratada aparece identificada no relatório.
15 anos de operação
Associação fundada em 2011, com reconhecimento em plataformas da UE e da ONU — escopo declarado na página de evidências.
Fluxo completo se precisar
Sanitização pode se integrar à retirada, destinação e documentação do lote inteiro — um fornecedor, uma operação.
O que TI, segurança e DPO perguntam
Qual a diferença entre sanitização e formatação?
Formatação remove o índice dos arquivos; os dados continuam no disco e são recuperáveis com ferramentas comuns. Sanitização aplica método documentado de remoção lógica para tornar os dados irrecuperáveis — com registro do processo por mídia.
O equipamento continua utilizável depois?
Sim — essa é a diferença para a destruição física. A mídia sanitizada segue funcional, pronta para devolução de leasing, reuso interno ou doação.
E se a mídia estiver danificada ou criptografada?
A avaliação identifica mídias em que a sanitização não é tecnicamente aplicável. Nesses casos, indicamos a destruição física, com o mesmo padrão de registro.
O relatório identifica cada mídia?
Sim, conforme o escopo: as mídias tratadas aparecem identificadas no relatório, com o método aplicado — é o formato que auditorias e DPOs pedem.
Vocês também retiram e destinam os equipamentos?
Sim. A sanitização pode ser contratada isolada ou integrada à retirada, destinação e documentação do lote — inventário, MTR e CDF quando aplicáveis.
Também pode fazer parte da sua operação
Destruição física de dados e mídias
Quando a exigência é inutilização definitiva, com custódia e registro.
Ver solução →Ativos de TI desmobilizados
Retirada planejada do parque com inventário e custódia.
Ver solução →Documentação e rastreabilidade
Como cada operação gera a evidência que sustenta auditorias.
Ver solução →Quantas máquinas estão esperando para sair — e o que ainda mora nos discos delas?
Descreva o parque, o destino pretendido e o prazo. A equipe retorna com aplicabilidade, escopo e o modelo de relatório.