O descarte físico não elimina automaticamente o risco dos dados
Equipamentos fora de uso podem manter informações pessoais, credenciais, documentos, propriedade intelectual e registros operacionais. Antes da retirada, a empresa deve definir quais mídias existem, o nível de criticidade e a evidência necessária para o processo.
Mídias e equipamentos
- Discos rígidos, SSDs e unidades externas;
- Servidores, storages e appliances;
- Notebooks, desktops, celulares e tablets;
- Fitas, cartões, pendrives e outras mídias;
- Equipamentos de rede ou impressão com armazenamento interno.
Sanitização ou destruição física?
A escolha depende do tipo de mídia, do estado do equipamento, da possibilidade de reutilização, da política interna e do risco associado. Nem todo método funciona da mesma forma em HDDs, SSDs, dispositivos móveis e mídias danificadas.
Elementos de um fluxo controlado
- Identificação dos ativos e mídias;
- Definição de responsáveis e pontos de transferência;
- Proteção durante retirada e transporte;
- Método compatível com a tecnologia e o risco;
- Registros proporcionais ao escopo executado.
Perguntas frequentes
A LGPD determina um único método de destruição?
A legislação exige medidas de segurança adequadas ao risco, mas a definição técnica depende do contexto, da mídia, da política da organização e das obrigações aplicáveis.
É possível solicitar cadeia de custódia?
Sim. Informe essa necessidade antes da proposta para que responsáveis, inventário e pontos de controle sejam incorporados ao escopo.
O equipamento pode ser reutilizado depois?
Isso depende do método aprovado, do estado do ativo e dos critérios técnicos e comerciais definidos para a operação.