Dois caminhos — e misturar os dois é erro técnico
Todo equipamento com mídia de dados que sai da empresa exige uma decisão: sanitizar (remover os dados logicamente e preservar o equipamento) ou destruir fisicamente (inutilizar a mídia de forma definitiva). São serviços com métodos, entregáveis e usos diferentes — e tratá-los como a mesma coisa gera oferta imprecisa e evidência frágil.
Qual escolher?
A máquina vai ser devolvida, doada ou reaproveitada?
→ Sanitização.
A política proíbe reuso ou a auditoria exige inutilização?
→ Destruição física.
A mídia está danificada ou criptografada sem chave?
→ Destruição física.
Parque misto ou dúvida técnica?
→ A avaliação define mídia a mídia — parte pode ser sanitizada, parte destruída, tudo com registro.
Nos dois caminhos, a mesma régua de prova
Inventário, cadeia de custódia, registro do tratamento por mídia e, quando a operação inclui destinação de equipamentos, MTR e CDF aplicáveis. Veja como a evidência é construída em documentação e rastreabilidade — e os registros públicos da Ecobraz em evidências.
Descreva as mídias, o volume e a exigência do seu caso. A equipe retorna com o caminho aplicável, o escopo e o modelo de relatório.
Referência técnica
Este tema é aprofundado em relatório técnico autoral da Ecobraz Emigre, publicado com identificador permanente (DOI) no repositório aberto Zenodo:
- VILLANOVA, Marcio. Risco Residual de Dados em Equipamentos Desativados: Governança de Mídias, Sanitização e Prestação de Contas. Zenodo, 2026. doi.org/10.5281/zenodo.21398306.